Sexta-feira, 10 de Junho de 2011

Muito obrigado a todos os que acreditaram no CDS-PP



O grupo de trabalho do CDS-PP do Cadaval, quer publicamente expressar o profundo agradecimento a todas as pessoas que colaboraram ou que simplesmente votaram no CDS nestas eleições particularmente importantes para o futuro de Portugal.
O CDS consegui uma subida significativa do número de votos no concelho do Cadaval e isso foi em grande parte resultado do trabalho feito por, um cada vez maior número de pessoas que acreditam nas ideias e princípios defendidos pelo CDS, a todas essas pessoas o nosso muito obrigado.
O apoio crescente que se sentiu durante o período da campanha eleitoral, deixou perfeitamente claro que há uma expressiva vontade de mudança da situação actual do concelho do Cadaval e que a histórica importância CDS no Cadaval está a renascer, mas deixou também a amarga confirmação de que ainda há pessoas com receio de manifestarem em publico as suas convicções politicas, pelo fundamentado receio de sofrerem represálias no seu local de trabalho ou nos seus negócios.
Num país com 37 anos de democracia, é realmente triste para não dizer vergonhoso que no concelho do Cadaval ainda haja efectivamente consequências pela simples manifestação de discordância política.
Para finalizar gostaria de deixar uma mensagem de esperança, acredito sinceramente que o nosso País tem viabilidade em quanto nação e não tem que ser obrigatoriamente um caso perdido, com trabalho, perseverança, inteligência e muito especialmente honestidade e friso este ultimo ponto como talvez o mais importante de todos, honestidade intelectual, política e económica de todos os cidadãos embora por razões óbvias especialmente dos políticos, é possível no período de um mandato a nossa economia estabilizar e voltarmos a ter um crescimento económica estabilizado ao nível do resto da Europa.
Contamos com todos para nos ajudarem a tornar o Cadaval num concelho melhor, quer seja com um contributo directo no partido ou simplesmente com ideias ou necessidades que possam identificar no Concelho, o nosso compromisso é que iremos dar toda a nossa atenção a qualquer assunto que nos remetam, não iremos concordar pela simples razão de que essa posição poderá trazer votos, mas se o assunto ou queixa for pertinente, poderão ter a certeza que tudo faremos para ajudar a resolver o problema identificado.

João Reis

(Delegado do CDS do Cadaval)

Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

Parece-lhe relevante a dicotomia esquerda/direita na situação que o país atravessa? from cdspp on Vimeo.

Situação Excepcional Voto Excepcional from cdspp on Vimeo.

Portugal está numa situação excepcional. Uma política irresponsável levou a dívida pública de 82 mil ME para 170 mil ME apenas em seis anos. Os contribuintes já pagaram mais pela dívida do Estado do que investem com os seus impostos, na Educação. A irresponsabilidade prosseguiu nas empresas públicas (cuja dívida duplicou) e nas Parcerias Público-Privadas cujo o custo já ascende a 60 mil ME e compromete o futuro. Este Governo socialista levou Portugal à segunda recessão em dois anos. A herança económica e financeira de José Sócrates é muito negativa.

Mais de 650 mil famílias são afectadas pelo desemprego, enquanto inúmeras PME têm dificuldade em contratar. Em cada 100 jovens, 25 não têm trabalho. Muitos emigraram. Os trabalhadores independentes e os jovens empreendedores são atacados fiscalmente. A pobreza aumentou, a classe média empobreceu. Até o abono de família foi cortado. As instituições sociais recebem todos os dias mais pedidos de ajuda, de quem não consegue pagar refeições, ou os tratamentos de saúde, ou está numa situação vulnerável. O legado social de José Sócrates é de uma enorme injustiça.

Depois de um ano em que o PS, com o apoio do PSD, foi de PEC em PEC até ao colapso final – aumentando impostos, congelando pensões, penalizando as famílias, pondo em risco os serviços de saúde - tornou-se inevitável que Portugal pedisse ajuda externa, para poder sobreviver. O CDS teve uma atitude de responsabilidade, colocando o interesse nacional acima de tudo. Sem essa ajuda Portugal passaria pela vergonha de declarar falência. As poupanças, os salários, as reformas, os depósitos e os empréstimos dos portugueses corriam risco de ruína. Nesta situação, outros decidiram não falar com quem nos podia emprestar dinheiro para sobreviver. O CDS foi responsável: falou e defendeu, por exemplo, as pensões mínimas, rurais e sociais que poderão ser aumentadas. Deixámos claro que, na revisão do programa de austeridade, lutaremos por melhores soluções. Por exemplo, quanto a um IRS que leve em conta o número de filhos; um IRC que ajude as empresas que exportam, contratam e reinvestem; a taxa social única; e repensar medidas no IMI e IMT que são incoerentes. Há alternativas.

Os Portugueses conhecem a coerência, o trabalho e a equipa do CDS. Temos os deputados mais trabalhadores do Parlamento. Avisámos a tempo para o descalabro. Não dependemos do Estado, como PS e PSD dependem. Lutamos pelo bem comum e não defendemos os caciques, como PS e PSD defendem. Queremos grupos económicos mas não aceitamos, como PS e PSD aceitam, a protecção de certas empresas por uma Autoridade de Concorrência incompetente. Nunca abandonámos, como PS e PSD abandonaram, a questão social: os idosos e a sua pobreza são a nossa prioridade, as famílias no desemprego a nossa preocupação. Somos o Partido em quem confiam os agricultores: queremos Portugal a produzir, exportar e substituir importações. Somos o Partido que defendeu políticas de bom senso: quem comete crimes tem de pagar por eles e as Forças de Segurança têm de ser eficientes e ter autoridade: contam connosco. Protegemos a autoridade do professor na escola e a exigência e o mérito como regra para preparar os estudantes para o mundo laboral. Temos soluções para o desemprego dos jovens, o arrendamento de casa pelos jovens, a liberdade de programar as suas poupanças para os jovens que entram no mercado do trabalho. Sabemos que é possível um sistema de saúde com menos desperdício e mais humanidade.

Nesta situação excepcional, pedimos aos Portugueses que façam um voto excepcional. Não liguem aos emblemas nem às siglas. Avaliem o trabalho, o esforço, a coerência, a visão, as soluções, as equipas e os líderes. Comparem. Portugal não mudará se não castigarem quem merece castigo – o PS – ou se premiarem quem não merece um prémio – o PSD.

Há muitos eleitores desiludidos com o PS e receosos com o PSD. Esses eleitores sabem que o CDS, nesta eleição excepcional, é a diferença, é a responsabilidade, é o melhor para o interesse nacional. Nos vos peço que adiram a tudo o que o CDS pensa, nem o CDS vos imporá isso. Peço-vos que ajudem Portugal a pagar o que deve, sanear as finanças, colocar a economia a crescer, evitar a exclusão social e, finalmente, pôr ordem na justiça que chegou a um descalabro! Escolham o CDS. Nós cumpriremos.

Este é o momento. Por ti. Por todos. Portugal.

Com estima,

Paulo Portas

Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

No Passado dia 3 de Setembro, a concelhia do CDS-PP numa acção conjunta com os deputados do CDS-PP visitaram Centro social Paroquial de Alguber.

Veja as fotos carregando aqui: FOTOS

E o Filme: